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setembro 29, 2004

Como Cruzados

Terçando armas e corpos
como Cruzados
entre searas e olivais.
No fim da refrega
opulenta e total
cicio ao teu ouvido
a palavra que contive
no início da oferenda.
Solto-a consciente e espectante
que ela te "fira" o peito.
Só me perguntas se estou seguro
e um apaixonado beijo
respondeu por nós.
Ali nasceu a raiz
sedenta de alimento.
Ali regressamos tantas vezes
para cantar os momrntos
em que nos vestimos de véus.

Publicado por nocturnoplacido às setembro 29, 2004 01:50 PM

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Comentários

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Publicado por: Caiadora-Mor às setembro 29, 2004 01:46 PM

Gosto tanto destas palavras, que se vestem de poesia, que quase nunca me atrevo a comentá-las. Mas leio-as sempre!!
Abraços

Publicado por: Caiadora-Mor às setembro 29, 2004 01:46 PM

Partilho do sintoma da caiadora. O poeta é bom demais para que reduzamos a sua escrita aos nossos comentários. Vou comentar o lá de cima. Até já.

Publicado por: Bártolo às setembro 29, 2004 02:37 PM

Sim senhor, gosto disto.

Publicado por: maltes às outubro 1, 2004 12:31 AM

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