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dezembro 30, 2004
Imaginário XXIV
Na concha do teu corpo
acariciavas as estrelas
aprisionadas no silêncio.
Soltavas o seu brilho
na imensidão de um beijo
e na ternura das mãos
escutavas Tom Jobim
que cantava o amor.
Do refulgir da concha
falavam os lábios
que mudos na sede se consumiam.
A madrugada nascia na concha
quando os corpos se uniram
e só a palavra amor fazia sentido.
Publicado por nocturnoplacido às dezembro 30, 2004 08:14 AM
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Comentários
.. E só ela faz sentido, ainda hoje, depois de tudo.. É ela que aflora nos meus lábios, na minha pele, no meu coração, quando o teu nome brinca na minha alma...
Como sempre, belissimo!!
Desejo-te um ano de 2005 muito feliz! Que tudo o que mais desejas se realize. Que te vivas em serenidade...
Aproveito para te convidar a passar lá por casa, a saudade fez-me voltar, agora numa casa nova.. Somos vizinhos.. :)
Muitos beijos
Publicado por: Maria Branco às dezembro 30, 2004 09:27 PM