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janeiro 25, 2005
Imaginário XLII
Da página intensa
que do teu corpo se abre
e onde pausadamente te leio
nasce a lua
que prateia o tempo
do meu caminhar.
Nela escrevo uma flâmula
vermelha e doce
com os lábios
beijo a beijo.
Dela nasce a dor
dos momentos de não ter
dor suave e meiga
que te respiro ao ouvido
na claridade do luar
quando o vértice do tempo nos junta.
Publicado por nocturnoplacido às janeiro 25, 2005 04:56 PM
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Comentários
Hoje quero ser escritora sobre o papel do teu corpo.
Vou te gravar na pele, em palavras, aquilo que de dentro me trazes
Para que, por absorção, regresse ao teu ser e jamais se perca
E este ciclo se mantenha eterno.
A caneta é esta boca que repete à exaustão o que me fazes sentir
E a tinta, indelével, é o amor que sinto por ti.
À medida que escrevo vou-te cobrindo de pétalas vermelhas
que esvoaçam ao encostar das nossas bocas, ao juntar dos nossos alentos em uníssono...
Beijos meu amigo!
Publicado por: Maria Branco às janeiro 25, 2005 06:09 PM
Muito muito bonito!
Que simples que PARECE às vezes, descrever o amor!
Abraço
Publicado por: Sandro às janeiro 25, 2005 06:33 PM
Estou sem palavras, Maria. Só um sentimento de gratidão e emoção ao ler este teu comentário. Desculpa-me mas não consigo dizer mais.
Obrigado, Sandro, pelas tuas palavras encorajadoras.
Publicado por: pedra às janeiro 27, 2005 12:18 AM
lindooooooooooo
Publicado por: andreia às janeiro 28, 2005 02:39 PM