maio 16, 2005

Dama Caballo por Julian Díaz-Dival
Labirintos
no bosque de brancos
e neblina
escondendo o corpo esperado
pelo cavalo vermelho guardado
Sabia do cavalo que domei
e do corpo que acolhia
os desígnios por descobrir
No primeiro beijo o éter
de um relâmpago por brilhar
No primeiro afago a brisa
que a neblina dissipou
Na primeira entrega o verde
que o branco transformou
Em janeiro
os labirintos a desvendarem-se
e o cavalo a voar leve
sobre o espanto das açucenas
Publicado por nocturnoplacido às maio 16, 2005 10:46 AM
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Comentários
Momento mais que perfeito...ao ler este poema! jinho
Publicado por: ZC às maio 16, 2005 07:02 PM
Paz.. é o que encontro aqui! envolta em palavras de amor.
Belo!
Beijos
Publicado por: Margens às maio 16, 2005 07:50 PM
Dale is in da house!
Publicado por: alexandre dale às maio 17, 2005 01:31 PM
A simpatia dos vossos comentários produz um fiozinho de baba que tento esconder.
Publicado por: pedra às maio 17, 2005 07:22 PM
:)
Só tu...
Venho deixar-te um beijo. E faz favor de colocar novos sentires. está bem?
Publicado por: Margens às maio 18, 2005 07:18 PM
Passei para dar um oizinho, poeta!!!
Publicado por: agatha às maio 19, 2005 05:51 AM
Muito lindo...cuidado com a baba no teclado
:-)))))
Bjinhos
Publicado por: Mar às maio 19, 2005 12:21 PM