« | Entrada | Uma noite de fados a atravessar a memória »
junho 27, 2005

Fille D'orange por Mieke Chantrel
Ignotos os ventos que percorro
para escrever os versos que te dou
rios que venham em meu socorro
lavar-me do que o tempo não lavou
Sinos como pombas de catedral
espelhos que copiem o teu sorriso
linho de tâmaras, tecituras de vendaval
esta é a casa d'ouro que eu preciso
Instantes fortes de vinho e de mel
os que vivemos em êxtase e ardor
oceanos que lavramos na pele
Sulcos onde semeamos com labor
com suor e fogo de corcel
assim te quero sempre, meu amor
Publicado por nocturnoplacido às junho 27, 2005 12:13 PM
Comentários
K lindo , o soneto e o teu "querer" esse teu amor para sempre...assim! jinho
Publicado por: ZC às junho 27, 2005 06:12 PM
Que assim seja sempre.. tão belo quanto o são as tuas palavras, amigo Pedra.
Um beijo enorme.
Publicado por: Margens às junho 28, 2005 11:09 AM