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julho 04, 2005
Contenho a respiração dos poentes
como mordo as palavras que não sei
e as dispo do pó do nascimento
Sorvo das veias a seiva que me dás
o azul do sol o sal das horas
tudo o que de ti me preenche
É de lava a hora deste poente
que em ti abraço
É num barco sem leme
que por ti navego
É nos dentes que trago a raiva de uma bandeira
É no teu mel que disseco as lâminas
É em ti que tudo se explica
até as palavras que o meu respirar contém
Publicado por nocturnoplacido às julho 4, 2005 09:20 PM
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Comentários
Gosto da sua poesia, e pq sei a quem a dedica neste momento apenas lhe quero dizer que navegue pelo seu amor, será muito feliz. Beijinhos aos dois
Publicado por: Sol&Lua às julho 6, 2005 11:45 AM
Deixo-te apenas um beijo, para te dizer que aqui estive. Quanto ao teu poema, levo-o na alma que se encheu de doces silêncios para o receber.
Muitos beijos amigo Pedra
Publicado por: Margens às julho 6, 2005 01:28 PM