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novembro 18, 2005
Lapso meu
Por qualquer lapso meu, ou ainda alguma falta de rotina com o novo visual do weblog, apaguei o anterior post, que ainda por cima, apareceu duplicado. Aqui vai de novo.
Trouxeste uma rosa vermelha
colhida na música dos rios
numa noite de jardins nocturnos
Sem espinhos que me ferissem
abracei-lhe o perfume
e li a cor das pétalas
Eram as palavras da fábrica do tempo
quando os gestos de amor
não precisavam de palavras:
eram intuições gémeas
que nada podia perturbar
Neste tempo de palavras
regressei ao âmago da rosa
e o amor ficou explicado
Publicado por nocturnoplacido às novembro 18, 2005 04:11 PM
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