janeiro 13, 2006
Sinto-me no lado oposto da palavra
diante de um posfácio por escrever
de um livro em branco
cheio de poemas indizíveis
É como se estivesse no outro lado da alma
ou como se eu e ela fôssemos agora
e não antes nem depois
- e no entanto somos há tanto tempo –
num tempo sem tempo
nesta ponta do universo
onde nem sempre escrevemos Amor
Garatujo palavras para quê
se belo é a música
e tudo o que me rodeia
Poesia para quê
se ela está aí... sem palavras
Publicado por nocturnoplacido às janeiro 13, 2006 11:57 AM
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Comentários
É isso mesmo!
Publicado por: sonia às janeiro 13, 2006 09:43 PM
Nem sempre escrevemos amor, mas apesar disso, a beleza está aí..na vida!
Publicado por: agatha às janeiro 14, 2006 09:13 AM
Talvez porque as palavras constituem um dos meios mais eficazes de perpetuar a poesia que por aí anda, rapaz...
Verba volant e essas coisas. ;)
Publicado por: sharkinho às janeiro 16, 2006 05:39 PM
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Publicado por: chataN às setembro 19, 2006 11:02 PM